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Estudo analisa a carga da Leishmaniose (LSH) no Brasil nos últimos 27 anos

Estudo publicado no “PLoS Neglected Tropical Diseases” analisa pela primeira vez a carga da Leishmaniose (LSH) no Brasil nos últimos 27 anos

A leishmaniose visceral é uma doença potencialmente fatal com distribuição mundial. Cerca de 96% dos casos registrados no continente americano estão concentrados no Brasil, com uma taxa de mortalidade considerada alta (7,4%).

A leishmaniose tegumentar não representa risco de vida, mas pode causar grande impacto na saúde em termos populacionais.

Estudo publicado pela Dra. Juliana Bezerra, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), analisou a carga da leishmaniose no Brasil entre 1990 e 2016. A notícia boa é que a incidência da leishmaniose tem diminuído, mas os pacientes infectados tendem a viver menos tempo depois de contrair a doença.

De acordo com a Dra. Gláucia Cota, pesquisadora em Saúde Pública no Instituto René Rachou da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Minas Gerais, “é uma publicação extremamente relevante, que avalia uma dimensão essencial das doenças: o impacto sobre a qualidade e o tempo de vida das pessoas acometidas”. O impacto na qualidade de vida é importante para os gestores em saúde pública na definição das políticas e principalmente na alocação dos recursos.

 

O estudo quantificou que a leishmaniose visceral estaria causando YLL (anos de vida perdidos por morte prematura) e a leishmaniose tegumentar estaria causando YLD (anos de vida perdidos por incapacidade). Isto foi registrado em um período no qual a incidência da doença diminuiu 48,5%.

A expansão geográfica e a urbanização dos casos de leishmaniose visceral são outros pontos apresentados. O estado do Maranhão teve os valores mais altos até 2000, mas em 2016, o Tocantins foi o primeiro estado no ranking. Em São Paulo, a doença apareceu e foi expandindo para região sudeste. Cidades como Florianópolis e Porto Alegre, registraram os primeiros casos em humanos em 2017, quando a leishmaniose visceral já havia sido notificada em 23 das 26 unidades federativas, nas cinco regiões do Brasil.

A leishmaniose, tanto a visceral como a tegumentar, consta na lista de doenças importantes negligenciadas no Brasil. Os profissionais da saúde atuantes devem estar atualizados para identificar os casos suspeitos e indicar o tratamento, o que é especialmente importante no caso da leishmaniose visceral, pelo potencial de levar ao óbito se não diagnosticada e tratada precocemente.

 

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O kit LSH Ab ECO Teste faz a detecção qualitativa de anticorpos para membros da L. donovani. O kit LSH Cutânea ECO Teste faz a detecção qualitativa dos antígenos L. major, L. tropica, L. braziliensis, mexicana, amazonensis e panamensis.

LSH Cutânea ECO Teste é um teste EXCLUSIVO com certificado da Comunidade Europeia (CE) e FDA (EUA) (Insumos). Libera o resultado em 20/30 minutos com apenas 20uL de amostra tratada. Possui dispositivo estéril para a coleta da amostra, tornando o kit completo para uso em campo, sem a necessidade de qualquer estrutura laboratorial.

 

Apresenta sensibilidade em população não endêmica de 96% e sensibilidade e especificidade de 100% e 84%, respectivamente, em população endêmica.

LSH Ab ECO Teste utiliza amostras de sangue total, plasma e soro e libera os resultados em apenas 10 minutos.  Possui sensibilidade de 90% e especificidade >99,9%.

 

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Fonte: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503599?src=soc_fb_190609_mscpmrk_ptpost_id_leishmaniose&faf=1&sfns=mo#vp_1

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